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Economia

Preço da gasolina e diesel em Belo Horizonte (MG): veja os valores médios

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

Preço da gasolina e diesel em Belo Horizonte (MG): veja os valores médios

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Belo Horizonte, é de R$ 6,22. O dado é do levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), referente à semana de 18/01/2026 a 24/01/2026.

O valor representa uma alta de aproximadamente 0,16% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,21. O preço médio subiu de R$ 6,21 no período de 11/01/2026 a 17/01/2026 para R$ 6,22 na semana de 18/01/2026 a 24/01/2026, indicando uma tendência de leve elevação no custo do combustível para o consumidor belo-horizontino.

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel foi comercializado, em média, a R$ 5,90 o litro nos postos da capital. Esse preço é 0,17% superior ao registrado na semana de 11/01/2026 a 17/01/2026, quando o combustível custava R$ 5,89, caracterizando um cenário de estabilidade com viés de alta para o produto no município.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.

Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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Economia

São Paulo reúne startups e investidores estrangeiros na 10ª edição do Corporate Venture in Brasil

Conferência da ApexBrasil e do GCV reunirá corporações, investidores, fundos e startups para discutir as tendências que estão transformando o setor

São Paulo reúne startups e investidores estrangeiros na 10ª edição do Corporate Venture in Brasil

Nos dias 15 e 16 de setembro, São Paulo recebe a 10ª edição do Corporate Venture in Brasil 2026, considerada a maior conferência de Capital de Risco Corporativo da América Latina e a segunda maior do mundo

Promovido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), em parceria com o Global Corporate Venturing (GCV), o evento reunirá corporações, investidores, gestores de inovação, fundos e startups para discutir as principais tendências que estão transformando o setor. 

A programação contará com cerca de 100 palestrantes, workshops e uma delegação de pelo menos 35 investidores estrangeiros, provenientes de mercados como China, Estados Unidos, Singapura, Reino Unido, México e Japão. As inscrições estão abertas, com vagas limitadas

A conferência ocorre em meio à expansão global do Corporate Venture Capital (CVC), prática em que grandes empresas investem diretamente em startups e negócios inovadores

Diferentemente do venture capital tradicional, o CVC combina a busca por retorno financeiro com objetivos estratégicos das corporações. Os aportes podem ampliar o acesso a novas tecnologias, modelos de negócios e mercados, além de complementar ou transformar operações já existentes

Segundo o World of Corporate Venturing 2026, publicação do GCV, mais de 3 mil corporações investiram em startups em 2025, participando de 5.221 rodadas, número 30% superior ao registrado no ano anterior. As operações movimentaram US$ 233,8 bilhões, alta de 75% em relação a 2024. Atualmente, cerca de uma em cada cinco rodadas de investimento em startups no mundo conta com a participação de um investidor corporativo

No Brasil, o CVC também vem ganhando espaço como instrumento de inovação e crescimento. Levantamento da EloGroup, em parceria com ApexBrasil, Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP) e GCV, identificou a participação de corporações em 66 rodadas de investimento em startups brasileiras, que movimentaram US$ 700 milhões entre julho de 2024 e junho de 2025. Em 30 delas, o equivalente a 45% do total, os CVCs lideraram as captações, que movimentaram US$ 358 milhões

Para a gerente de Investimentos da ApexBrasil, Helena Brandão, o evento reforça o papel da Agência como fomentadora desse ecossistema no Brasil

“O Corporate Venture in Brasil já se tornou uma das maiores plataformas globais de Corporate Venture Capital, trazendo dezenas de investidores estrangeiros para se conectar com a economia brasileira. A agenda deste ano trará nomes de peso e conteúdos estratégicos para seguir apoiando o desenvolvimento dessa atividade no país, além de atrair mais capital para fundos e startups.”

Executivos e investidores discutem novas fronteiras tecnológicas

Entre os nomes confirmados na programação está Guilherme Horn, Head of WhatsApp for Strategic Markets, responsável por Brasil, Índia e Indonésia. A agenda também reúne executivos e investidores de organizações como Scania, Caterpillar, Vale Ventures, Natura, Boticário, Meituan, 3M, Banco do Brasil e Toronto Stock Exchange

Outro destaque da edição é Brandon Wang, vice-presidente do Corporate Strategy Group da Synopsys. Ele abordará as perspectivas para o desenvolvimento e a aplicação da Physical AI, ou Inteligência Artificial Física, tema que vem atraindo a atenção de investidores.

Dados do GCV mostram que 41% dos recursos movimentados em rodadas com participação de investidores corporativos em 2025 foram destinados a startups de IA, evidenciando o peso da tecnologia nas estratégias de inovação das grandes empresas. 

A programação do Corporate Venture in Brasil também abordará: 

  • tendências internacionais de CVC; 
  • parcerias estratégicas entre venture capital e corporate venture capital
  • diferentes modelos de corporate venturing
  • integração entre CVC e pesquisa e desenvolvimento (P&D)
  • métricas e indicadores para avaliar o desempenho de unidades de investimento corporativo
  • perspectivas dos fundadores sobre a relação com investidores corporativos. 

A agenda inclui ainda pitches de startups, mesas-redondas, workshops e reuniões individuais de negócios

A edição de 2026 terá também o Corporate Venture in Brasil Awards, premiação que reconhece destaques do setor em categorias como maior investimento, CVC mais ativo em número de negócios, CVC internacional mais ativo e maior anúncio de captação

Evento aproxima empresas brasileiras de investidores internacionais

Realizado pela primeira vez em 2015, o Corporate Venture in Brasil foi criado pela ApexBrasil e pelo Global Corporate Venturing com o objetivo de aproximar o ecossistema brasileiro de inovação de grandes investidores corporativos internacionais e estimular empresas brasileiras a desenvolver iniciativas de inovação aberta, desenvolvimento corporativo e investimentos em startups

O GCV mantém uma rede conectada a mais de 7 mil corporações em diferentes mercados

Ao longo de sua trajetória, o programa já reuniu mais de 4,5 mil participantes, promoveu mais de 1,3 mil reuniões e trouxe ao Brasil 164 CVCs internacionais, que investiram conjuntamente mais de US$ 800 milhões em fundos e startups nacionais

As inscrições para a 10ª edição do Corporate Venture in Brasil 2026 estão abertas, com vagas limitadas. Os interessados podem se inscrever neste link

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Economia

Dólar fecha em alta com aversão ao risco global

Moeda norte-americana encerra sessão cotada a R$ 5,14, enquanto investidores monitoram alta do petróleo e decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos

Dólar fecha em alta com aversão ao risco global

O dólar encerrou a segunda-feira (14) em alta de 0,4%, cotado a R$ 5,14. A moeda norte-americana chegou a operar acima desse nível ao longo do pregão, mas perdeu força e terminou a sessão longe das máximas. O valor é o maior registrado pela divisa desde o dia 1º de setembro.

O movimento ocorreu em meio ao aumento da aversão ao risco nos mercados internacionais. A alta do petróleo, provocada pelo agravamento das tensões geopolíticas no Oriente Médio e pelos riscos de interrupção no fornecimento da commodity, aumentou a preocupação dos investidores com a inflação global. O petróleo Brent chegou a se aproximar dos 110 dólares por barril durante a sessão.

Para analistas, a semana de decisões sobre juros tende a ser intensa, com diferentes fatores influenciando o comportamento da moeda. Além da pressão provocada pelo petróleo, o mercado também acompanha o movimento das taxas dos títulos de longo prazo dos Estados Unidos.

A chamada “Super Quarta”, marcada para 16 de setembro, concentra as decisões de juros do Federal Reserve, nos Estados Unidos, e do Banco Central, no Brasil. A perspectiva de mudanças nas taxas aumenta a cautela dos investidores e pode contribuir para a volatilidade do câmbio.

O cenário externo também tem pressionado os títulos do Tesouro norte-americano. Nesta segunda-feira, o rendimento do Treasury de dez anos chegou a 5,017%, maior nível desde outubro de 2023, em meio às preocupações com a inflação provocada pelo petróleo mais caro.

Das 31 moedas mais líquidas acompanhadas pelo mercado, apenas três registraram valorização frente ao dólar, sinalizando que a alta da moeda norte-americana foi amplamente disseminada no exterior.
 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,93.

 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código     BRL     USD     EUR     GBP     JPY     CHF     CAD     AUD
    BRL 1 0,1942 0,1684 0,1441 29,9847 0,1588 0,2700 0,2724
    USD 5,1488 1 0,8660 0,7408 154,38 0,8176 1,3904 1,4007
    EUR 5,9362 1,1547 1 0,8554 178,26 0,9441 1,6054 1,6175
    GBP 6,9501 1,3499 1,1690 1 208,39 1,1035 1,8767 1,8908
    JPY 3,33515 0,647731 0,56095 0,479881 1 0,5296 0,90060 0,90732
    CHF 6,2975 1,2232 1,0593 0,9062 188,83 1 1,7006 1,7133
    CAD 3,7031 0,7192 0,6229 0,5329 111,04 0,5881 1 1,0073
    AUD 3,6715 0,7140 0,6182 0,5288 110,22 0,5837 0,9926 1

Os dados são da Investing.com.     

 

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Ibovespa fecha em queda com aversão ao risco e expectativa por juros

Bolsa brasileira recua em meio à alta do petróleo, tensão internacional e cautela antes das decisões do Copom e do Federal Reserve

Ibovespa fecha em queda com aversão ao risco e expectativa por juros

O Ibovespa fechou a segunda-feira (14) em queda de 0,91%, aos 185.500,88 pontos. O principal índice da Bolsa brasileira foi pressionado pelo cenário de maior aversão ao risco nos mercados internacionais, com investidores atentos à alta do petróleo e ao avanço dos rendimentos dos títulos dos Estados Unidos.

A valorização do petróleo ocorre em meio à continuidade das tensões no Oriente Médio e às preocupações com possíveis impactos sobre o fornecimento global da commodity. O movimento aumenta a preocupação dos investidores com a inflação e pode dificultar o processo de flexibilização da política monetária em diferentes economias.

No cenário doméstico, a atenção também está voltada para a chamada “Super Quarta”, quando o Federal Reserve, nos Estados Unidos, e o Banco Central do Brasil anunciam suas decisões sobre as taxas de juros. A expectativa pelos comunicados das instituições contribuiu para uma postura mais cautelosa dos investidores.

Durante o pregão, o Ibovespa chegou a atingir a máxima de 187.320,96 pontos, mas também recuou até 183.813,36 pontos no pior momento. O volume financeiro movimentado na sessão foi de aproximadamente 24,5 bilhões de reais.

Entre as ações, os papéis de empresas ligadas ao petróleo foram beneficiados pela valorização da commodity, enquanto bancos e outras empresas mais sensíveis aos juros contribuíram para limitar o desempenho do índice. O mercado também segue monitorando o cenário político e fiscal brasileiro, que permanece entre os principais fatores de volatilidade para os ativos domésticos.
 

Maiores altas e quedas 

Ações em alta no Ibovespa

  • Fiset Pesca FISET FSPE Pfd (FSPE11F) +107,14%
  • Bombril S.A.Non-Cum Perp Pfd Registered Shs (BOBR4F) +47,73%

Ações em queda no Ibovespa

  • Plascar Participacoes Industriais S.A. (PLAS3F) -24,57%
  • Plascar Participacoes Industriais S.A. (PLAS3F) -17,11%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 24.408.317.647, em meio a 3.656.797 de negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  
 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.   

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