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Economia

DÓLAR: moeda registra forte alta e fecha acima de R$ 5,45

Mercado cambial reage à incerteza política; investidores apostam em dólar como ativo de refúgio diante da expectativa sobre o cenário eleitoral e fiscal no Brasil

DÓLAR: moeda registra forte alta e fecha acima de R$ 5,45

O dólar comercial fechou o pregão de hoje em forte alta, superando a cotação de R$5,45. A alta da moeda refletiu a piora na percepção de governabilidade e a incerteza sobre a capacidade de o país retomar um plano de ajuste fiscal consistente em um futuro próximo, diante da sinalização de disputa presidencial após anúncio da candidatura do senador Flávio Bolsonaro. Especialistas ouvidos pelo mercado apontam que a incerteza política estimula a busca por ativos considerados mais seguros, como o dólar, e pressiona o real para baixo.

Para importadores, empresas e consumidores, a valorização da moeda norte-americana tende a encarecer insumos, produtos importados e dívidas denominadas em dólar, algo especialmente sensível em um contexto de inflação e pressões sobre custos. Por outro lado, o câmbio elevado pode favorecer exportadores e melhorar a competitividade de produtos brasileiros no mercado internacional.

Cotação do euro

Já o euro encerrou o último pregão cotado a R$ 6,35.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1836 0,1574 0,1375 28,5199 0,1477 0,2540 0,2761
USD 5,4537 1 0,8587 0,7499 155,31 0,8042 1,3829 1,5062
EUR 6,3522 1,1645 1 0,8734 180,87 0,9366 1,6104 1,7540
GBP 7,2720 1,3335 1,1450 1 207,09 1,0724 1,8439 2,0084
JPY 3,5062 0,6439 0,5529 0,4829 1 0,5178 0,8904 0,9698
CHF 6,7713 1,2435 1,0678 0,9325 193,12 1 1,7196 1,8730
CAD 3,9377 0,7231 0,6209 0,5423 112,31 0,5816 1 1,0891
AUD 3,6227 0,6640 0,5701 0,4979 103,11 0,5339 0,9181 1

Os dados são da Investing.com.
 

 

 

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Economia

Ibovespa fecha último pregão aos 172.448 pontos

O volume total negociado na B3 foi de R$ 17.298.261.936, em meio a 3.119.382 negócios

Ibovespa fecha último pregão aos 172.448 pontos

O principal índice da bolsa brasileira (Ibovespa) fechou a segunda-feira em queda de 0,93%, cotado aos 172.448 pontos.

O recuo foi apenas um movimento natural de investidores vendendo ações para garantir lucros, e não uma mudança de rumo do mercado.

A bolsa segue sem grandes novidades para engrenar uma alta desde o fim de maio.

Essa estabilidade ocorre por conta da expectativa de juros estáveis nos Estados Unidos e da aproximação das eleições.

Maiores altas e quedas

Ações em alta no Ibovespa

  • Grupo Toky SA (TOKY3F) +33,33%

  • Sequoia Logística e Transportes SA (SEQL3) +16,67%

Ações em queda no Ibovespa

  • Gafisa S.A. (GFSA3) −31,00%
  • Gafisa S.A. (GFSA3F) −28,71%

O volume total negociado na B3 foi de R$ 17.292.907.250, em meio a 3.119.382 negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.     

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Economia

Dólar fecha o último pregão aos R$ 5,13, após queda de 0,07%

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,88

Dólar fecha o último pregão aos R$ 5,13, após queda de 0,07%

O dólar fechou a segunda-feira em queda de 0,7%, cotado a R$ 5,13. Com esse recuo, a moeda americana atingiu o seu menor valor em duas semanas e meia, interrompendo uma sequência de altas recentes.

A desvalorização da moeda foi motivada pelo otimismo do mercado após o Boletim Focus revisar para baixo as projeções de inflação no Brasil, o que sinaliza uma melhora na economia doméstica.

No fim da tarde, o índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, operava estável aos 100,87 pontos.
 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,88.
 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1949 0,1699 0,1452 31,5908 0,1569 0,2769 0,2795
USD 5,1306 1 0,8740 0,7469 162,08 0,8049 1,4207 1,4376
EUR 5,8858 1,1442 1 0,8546 185,48 0,9210 1,6253 1,6449
GBP 6,8639 1,3389 1,1703 1 217,07 1,0778 1,9020 1,9251
JPY 0,0317 0,0062 0,0054 0,0046 1 0,4966 0,0088 0,0089
CHF 6,3743 1,2425 1,0857 0,9278 201,41 1 1,7646 1,7855
CAD 3,6114 0,7039 0,6152 0,5258 114,11 0,5669 1 1,0119
AUD 3,5780 0,6957 0,6079 0,5195 112,77 0,5599 0,9881 1

 

Os dados são da Investing.com
 

 

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Economia

Split payment pode pressionar fluxo de caixa de empresas a partir de 2027

Mecanismo que entra em vigor em 2027 vai separar automaticamente os tributos no momento do pagamento; confira recomendações para seu negócio

Split payment pode pressionar fluxo de caixa de empresas a partir de 2027

A partir de janeiro de 2027, entra em vigor o split payment, mecanismo de arrecadação que separa automaticamente o valor dos tributos do montante pago pela mercadoria ou serviço no momento da transação. A mudança pode afetar o fluxo de caixa de empresas que utilizam o intervalo entre o recebimento da venda e o recolhimento dos impostos como uma espécie de capital de giro

Segundo o advogado tributarista Guilherme Gabriel Cesco, os empresários precisam se preparar desde já para reduzir os impactos da reforma tributária. 

“[Parte] do dinheiro que hoje passa pelo caixa da empresa vai diretamente para o Fisco, impedindo, por exemplo, que o tributo não seja pago para depois ser parcelado. Então o split payment é bom, por um lado, por garantir o crédito para as empresas adquirentes, mas, por outro lado, impacta o fluxo de caixa das empresas fornecedoras”, afirma.

Para o especialista, a recomendação é reorganizar as finanças e fortalecer o capital de giro antes da implementação do novo modelo. 

“O ponto central é preparar o caixa para assimilar essa diferença de ingressos de receitas. Não existe mágica: é necessário planejamento financeiro”, orienta.

Impacto sobre micro e pequenas empresas

O tributarista explica que o recolhimento automático dos tributos também pode afetar os pequenos negócios

“Muitas dessas empresas fornecem para companhias maiores e já enfrentam dificuldades financeiras decorrentes de prazos mais longos de pagamento impostos pelos clientes. Com o split payment, os valores referentes aos tributos também deixarão de ingressar no caixa”, destaca. 

Além disso, o tributarista acrescenta que os negócios que optarem pelo Simples Nacional híbrido estarão sujeitos a uma alíquota mais elevada no split payment. “Já as empresas que permanecerem no Simples Nacional tradicional estarão sujeitas ao mecanismo, mas com uma alíquota bem mais reduzida”, explica. 

Implementação pode ser gradual

A Emenda Constitucional 132/2023 prevê a adoção do split payment de forma ampla e irrestrita para todas as atividades econômicas, em paralelo à implementação da reforma tributária. No entanto, segundo Cesco, há a expectativa de que a ferramenta não seja disponibilizada para todos os setores e atividades econômicas logo no início

“É possível que o sistema comece por determinados ramos de atividade ou operações B2B, ou seja, entre empresas. Pode ser, inclusive, que tenhamos algum atraso no lançamento, fazendo com que o mecanismo passe a valer somente no segundo semestre de 2027 ou mais tardar em 2028”, supõe.

Manual técnico e integração dos sistemas

Na última semana, a Receita Federal e o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS) divulgaram o manual técnico do split payment. O documento reúne as especificações necessárias para o desenvolvimento de uma plataforma que fará a integração entre instituições financeiras e meios de pagamento com o sistema do IBS-CBS, atualmente em construção. 

O manual é um documento técnico, não jurídico ou econômico. Ele trata da configuração do sistema, ou seja, do projeto para construir essa ponte. Mas essa estrutura ainda não existe e segue em desenvolvimento”, explica o tributarista.

Também foi disponibilizado o Swagger, ferramenta que permite documentar, descrever e testar aplicações de forma interativa, facilitando a integração dos sistemas das instituições financeiras com a futura plataforma do split payment

Os documentos podem ser consultados no Portal Nacional de Tributação de Bens e Serviços, por meio do menu lateral da página. 

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