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Economia

Café hoje: confira as cotações para esta sexta-feira (10)

Veja os valores do café arábica, café robusta, açúcar cristal e do milho no mercado

Café hoje: confira as cotações para esta sexta-feira (10)

O preço do café arábica registra queda de 0,17% e a saca de 60 kg é negociada nesta sexta-feira (10) por 2.182,41, na cidade de São Paulo.

INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
09/10/2025 2.182,41 -0,17% 2,58% 405,80
08/10/2025 2.186,03 0,43% 2,75% 409,06
07/10/2025 2.176,74 0,35% 2,31% 407,02
06/10/2025 2.169,21 -0,71% 1,96% 408,44
03/10/2025 2.184,71 1,72% 2,69% 409,89

O café robusta apresentou alta de 0,46% e está sendo negociado a R$1.395,41.

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
09/10/2025 1.395,41 0,46% 3,94% 259,47
08/10/2025 1.388,96 0,13% 3,46% 259,91
07/10/2025 1.387,19 -0,48% 3,33% 259,39
06/10/2025 1.393,91 0,32% 3,83% 262,46
03/10/2025 1.389,41 3,31% 3,50% 260,68

Açúcar

O preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg apresenta alta de 0,20%, cotada a R$116,98.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ – SÃO PAULO

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
09/10/2025 116,98 -0,20% -0,30% 21,75
08/10/2025 117,21 -0,66% -0,10% 21,93
07/10/2025 117,99 0,37% 0,56% 22,06
06/10/2025 117,56 0,94% 0,20% 22,14
03/10/2025 116,46 -0,98% -0,74% 21,85

Em Santos (SP), a mercadoria é negociada a R$ 119,96; a cotação média registra pequena alta de 0,03%.

INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL – SANTOS

 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
09/10/2025 119,96 0,03% -0,85% 22,41
08/10/2025 119,92 -1,79% -0,88% 22,45
07/10/2025 122,10 -0,39% 0,92% 22,88
06/10/2025 122,58 0,97% 1,31% 23,03
03/10/2025 121,40 0,78% 0,34% 22,69

 

Milho

Nesta sexta-feira (10), a saca de 60 kg do milho é negociada a R$65,19, com queda de 0,17%.

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
09/10/2025 65,19 -0,17% 1,45% 12,12
08/10/2025 65,30 0,32% 1,62% 12,22
07/10/2025 65,09 0,25% 1,29% 12,17
06/10/2025 64,93 0,25% 1,04% 12,22
03/10/2025 64,77 0,31% 0,79% 12,15

 

Os dados são do Cepea.

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

  • O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
  • O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
 

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Economia

Economia brasileira deve crescer 2% em 2026, projeta CNI

Nova estimativa supera previsão anterior de 1,8% e é impulsionada pela indústria extrativa, serviços e elevação da safra agrícola

Economia brasileira deve crescer 2% em 2026, projeta CNI

A projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro aumentou de 1,8% para 2% em 2026, segundo o Informe Conjuntural do 1º Trimestre, divulgado nesta sexta-feira (17) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

A expectativa de crescimento da indústria também foi revista para cima, passando de 1,1% para 1,6% neste ano.

Além da indústria, outros setores tiveram suas estimativas elevadas em relação ao trimestre encerrado em dezembro do ano passado:

  • Serviços: de 1,9% para 2,1%
  • Agropecuária: de 0% para 1,1%

O diretor de Economia da CNI, Mário Sérgio Telles, avalia que a revisão das projeções se deve a três fatores.

“Primeiro, tivemos um desempenho mais positivo do que o esperado para a indústria extrativa. Tanto a produção de petróleo e de minério de ferro quanto o preço do petróleo estão subindo este ano. O segundo fator foi a sistemática elevação da previsão da safra agrícola. E o último fator é um desempenho melhor no setor de serviços”, explica.

A melhoria nas projeções para o setor de serviços está associada ao aumento do rendimento dos trabalhadores, à expansão dos gastos públicos e ao crescimento da renda disponível — influenciado, entre outros fatores, pela isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. Por outro lado, o elevado endividamento das famílias pode limitar o ritmo de crescimento do setor.

Desequilíbrio entre consumo e investimento preocupa

O relatório aponta que o desempenho acima do esperado da atividade econômica nos primeiros meses de 2026 também contribuiu para a revisão positiva do PIB. No entanto, a qualidade desse crescimento preocupa, devido ao desequilíbrio entre consumo e investimento.

A projeção indica que o consumo das famílias deve crescer 2% em 2026, uma alta de 0,7 ponto percentual em relação ao ritmo observado no ano passado. Esse avanço é impulsionado por estímulos fiscais, ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda e crescimento da massa salarial.

Já os investimentos devem crescer apenas 0,6%, desacelerando em relação aos 2,9% registrados em 2025. O desempenho mais fraco reflete os efeitos dos juros elevados e do endividamento das empresas.

“É um tipo de crescimento que não se sustenta. Se nós não tivermos aumento dos investimentos para gerar mais oferta no futuro e cobrir esse nível maior de consumo, nós vamos ter que travar ainda mais o ritmo de crescimento”, explica Telles.

Apesar da revisão para cima, a projeção de crescimento de 2% do PIB ainda é inferior aos 2,3% registrados em 2025. A desaceleração está relacionada principalmente à perda de fôlego de setores que sustentaram a expansão recente, especialmente a agropecuária e a indústria extrativa.

Mercado de trabalho seguirá aquecido

Mesmo com a perda de ritmo da economia em relação ao ano passado, o mercado de trabalho deve continuar aquecido ao longo do ano. A CNI projeta uma alta de 1% da população ocupada, com a taxa de desemprego encerrando 2026 em 5,2%.

Outro dado relevante é que, apesar da moderação da atividade econômica e do enfraquecimento do crédito, os preços ligados aos serviços não estão caindo e há uma piora das expectativas de inflação para 2026 e 2027.

Cenário internacional pode pressionar juros

O cenário internacional e os riscos geopolíticos também podem impactar os preços internos. Nesse cenário, a taxa básica de juros (Selic) deve encerrar o ano em 12,75%, acima da previsão anterior de 12%. Consequentemente, as concessões de crédito devem crescer 2,2%, abaixo dos 3,2% registrados em 2025.

No comércio exterior, a CNI projeta crescimento de 1,1% no valor das exportações brasileiras, que devem atingir US$ 354,3 bilhões. O resultado é impulsionado pela alta nos preços das commodities, pela melhoria no acesso ao mercado norte-americano — após a redução de parte das tarifas de importação — e pela recuperação da demanda argentina.

Já as importações devem cair 3,2%, totalizando US$ 281,5 bilhões, refletindo a menor atividade industrial interna. Com isso, a balança comercial brasileira deve registrar superávit de US$ 72,8 bilhões.

Gastos e endividamento do governo devem subir

A CNI projeta que as despesas do governo federal devem crescer 4,4% acima da inflação em 2026, ante alta de 3,4% em 2025. O aumento é impulsionado pelo maior estímulo fiscal à economia, em especial por meio das transferências de renda, como previdência, Bolsa Família e Benefício de Prestação Continuada (BPC).

A arrecadação federal também deve aumentar, com crescimento real estimado em 5,4%. O avanço está ligado à reoneração da folha de pagamentos, ao crescimento da massa salarial e à valorização do petróleo, que amplia receitas relacionadas à exploração de recursos naturais.

Apesar disso, o governo federal deve encerrar o ano com déficit de R$ 61,3 bilhões (0,5% do PIB). Sem considerar os gastos excluídos do cálculo da meta fiscal, a estimativa é de superávit de R$ 2 bilhões, equivalente a 0% do PIB.

Os sucessivos déficits e o elevado nível de juros devem elevar o endividamento público para 82,2% do PIB, ante 78,6% em 2025.

Confira todos os dados do Informe Conjuntural do 1º Trimestre 2026 no site da CNI.

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Economia

Simples Nacional: Motta cria comissão especial para debater aumento do limite de faturamento do MEI

Presidente da Câmara, Hugo Motta, destaca o papel do colegiado para avançar a medida; as tabelas de enquadramento estão defasadas desde 2018

Simples Nacional: Motta cria comissão especial para debater aumento do limite de faturamento do MEI

A Câmara dos Deputados criou uma comissão especial destinada a discutir o PLP 108/2021, que prevê o aumento do limite de faturamento anual do Microempreendedor Individual (MEI) para até R$ 130 mil. O novo colegiado vai reunir especialistas sobre o tema, além de representantes do governo e do setor produtivo para debater a proposta. 

O anúncio foi feito pelo presidente da Câmara, Hugo Motta , que reforçou o papel da medida para os pequenos negócios brasileiros.

“Em diálogo com os parlamentares, estamos alinhados para a condução desse debate com equilíbrio e muita responsabilidade. Sabemos que é uma medida que gera um forte impacto fiscal, mas também gera aquilo que o Brasil precisa: emprego, renda e arrecadação”, destacou Hugo Motta, em declaração em uma rede social.

A atualização da tabela do Simples Nacional é uma pauta prioritária para entidades empresariais e o reajuste é liderado pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), que defende a elevação do teto anual do MEI para R$ 144,9 mil. 

O presidente da CACB, da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de SP (ACSP), Alfredo Cotait Neto, salienta que a atualização é relevante para evitar que empresas abandonem o regime simplificado ou migrem para a informalidade.

“O que nós precisamos é conscientizar os nossos políticos da importância da aprovação do aumento do limite do Simples Nacional, pelo menos para o MEI, o microempreendedor individual, e para o micro e a microempresa. Sem isso, as empresas ou vão mudar o seu regime ou vão para informalidade”, afirmou Cotait. 

A Confederação também defende a correção das demais faixas de enquadramento do regime tributário: microempresas, de R$ 360 mil para R$ 869,4 mil; e empresas de pequeno porte, de R$ 4,8 milhões para R$ 8,69 milhões. 

As regras atuais estão desatualizadas desde 2018 e preveem faturamento máximo para o MEI de R$ 81 mil e a possibilidade de contratação de apenas um empregado. No entanto, o PLP 108/2021 atualiza os limites para enquadramento no MEI e autoriza que os empreendedores contratem até dois empregados.  

Atualização é urgente e necessária, dizem parlamentares

O presidente da Câmara, Hugo Motta designou a deputada Any Ortiz (Cidadania-RS) para presidir a comissão especial, já a relatoria ficará com o deputado Jorge Goetten (Republicanos- SC).

Any Ortiz (Cidadania-RS) vai presidir a comissão especial e menciona que o colegiado vai reunir microempreendedores individuais, empresários e o governo para discutir a medida. Na avaliação dela, a atualização é necessária e urgente para proteger o pequeno empreendedor brasileiro.

“Hoje, milhares de empresários, milhares de trabalhadores que geram emprego e renda, acabam sendo penalizados por crescer e ultrapassar o teto, que já não reflete mais a realidade econômica do nosso país. A ampliação do limite com certeza vai reduzir a informalidade, vai reduzir a defasagem causada por uma inflação acumulada, por um aumento no custo dos produtos, dos insumos, e com certeza vai fortalecer a economia local, que é onde está a maior parte dessas empresas”, apontou a deputada Any Ortiz.

Para Jorge Goetten (Republicanos- SC), a atualização do Simples Nacional é uma pauta urgente para os empreendedores brasileiros. Ele elucida que, no cenário atual, a evolução dos pequenos  empreendedores é freada pelos altos impostos.

Ele destaca a importância da comissão especial voltada à atualizar os limites de enquadramento no MEI. Goetten pontua que o debate é relevante para ouvir tanto setor produtivo

“A Comissão Especial criada pelo presidente Hugo Motta é fundamental porque vai permitir analisarmos o projeto com mais profundidade, ouvir quem empreende e construir uma solução justa. A relatoria tem esse papel: trabalhar junto, ouvir todo mundo, fazer escuta e não descansar até entregar um texto que ajude o pequeno a crescer. Vamos ouvir o setor produtivo, as entidades e o governo, porque isso também tem impacto fiscal”, salientou Goetten.
 

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Economia

Ibovespa destoa das bolsas de NY e repete sessão de perdas

Desvalorização do petróleo, após reabertura do Estreito de Ormuz, pesou sobre as ações da Petrobras, que puxaram o índice

Ibovespa destoa das bolsas de NY e repete sessão de perdas

O Ibovespa voltou a fechar o pregão em queda de 0,55%, aos 195.733 pontos, acumulando baixa de 0,81% na semana. O desempenho do índice foi influenciado principalmente pela forte desvalorização nos preços do petróleo e pelo consequente desempenho negativo das ações da Petrobras, que anularam o impacto positivo da desescalada das tensões geopolíticas no Oriente Médio.

A melhora no sentimento global veio com a notícia da abertura do Estreito de Ormuz, o que provocou um alívio imediato no mercado de energia e reduziu os prêmios de risco. Em reflexo direto, o barril do petróleo Brent despencou mais de 9%, sendo negociado na casa dos US$ 90. Esse movimento de arrefecimento dos conflitos favoreceu os ativos de risco globais, mas penalizou severamente as empresas do setor extrativo na bolsa brasileira.

Em Wall Street, o clima foi de euforia, com os principais índices renovando recordes nominais pelo terceiro dia consecutivo. Na Europa, os mercados acompanharam o movimento, com os índices fechando em alta.

No cenário doméstico, o peso do setor de commodities ditou o ritmo. As ações da Petrobras recuaram 4,80%, figurando entre as maiores baixas do índice e resultando em uma perda de R$ 32,8 bilhões em valor de mercado para a estatal em apenas um dia. Analistas observam que a normalização do fluxo comercial no Oriente Médio, embora positiva para a inflação global, retira o suporte de preços que vinha beneficiando a petroleira nas últimas semanas.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos SA (ONCO3): +15,33%

  • Alphaville SA (AVLL3): +12,50%

Ações em queda no Ibovespa

  • OSX Brasil S.A. (OSXB3): -14,02%

  • Fictor Alimentos SA (FICT3): -10,00%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 81.495.398.817, em meio a 4.304.973 negócios.

 

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

 

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

 

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

 

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

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