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Resultado da lotofácil 3764: sorteio de segunda-feira (17/08/2026)

O sorteio da Lotofácil 3764 ocorre na noite desta segunda-feira (17), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)

Resultado da lotofácil 3764: sorteio de segunda-feira (17/08/2026)

concurso 3764 da Lotofácil foi realizado nesta segunda-feira (17/08/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.

O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3764, que será realizado na terça-feira, 18 de agosto de 2026, está estimado em R$ 5.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!

Números sorteados Lotofácil 3764

02 – 03 – 04 – 05 – 06 – 07 – 08 – 09 – 12 – 13 – 15 – 18 – 21 – 22 – 25

Resultado e premiação da Lotofácil 3764

  • 15 acertos – Não houve acertador
  • 14 acertos – 150 apostas ganhadoras, R$ 2.160,55
  • 13 acertos – 6596 apostas ganhadoras, R$ 35,00
  • 12 acertos – 89026 apostas ganhadoras, R$ 14,00
  • 11 acertos – 520070 apostas ganhadoras, R$ 7,00

Qual o valor das apostas da LotoFácil?

A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.

Quantidade de números jogados

Valor da aposta

15

R$ 3,50

16

R$ 48,00

17

R$ 408,00

18

R$ 2.448,00

19

R$ 11.628,00

20

R$ 46.512,00

Quando acontecem os sorteios da Lotofácil

De segunda-feira a sábado, às 21h.

Facilite sua aposta na loteria com Surpresinha e Teimosinha

Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.

Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.

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Esportes

Saneamento: CNI defende nova agenda de investimentos em saneamento a partir de 2027

Proposta busca ampliar concessões e aproximar o país das metas de universalização previstas para 2033

Saneamento: CNI defende nova agenda de investimentos em saneamento a partir de 2027

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) defende a criação, a partir de 2027, de uma nova agenda para ampliar os investimentos em saneamento básico e acelerar o avanço do país em direção às metas de universalização previstas para 2033. Entre as medidas propostas está a mobilização de estados que ainda não avançaram em projetos de concessão dos serviços de abastecimento de água e coleta e tratamento de esgoto.

 

A proposta foi apresentada durante o Encontro Nacional das Águas e o Saneamento Brasil Summit, promovido pela Associação e Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (ABCON SINDCON), na quarta-feira (12), em São Paulo. Segundo a CNI, a articulação entre poder público, empresas de saneamento e setor produtivo será necessária para ampliar a cobertura dos serviços e garantir a execução dos investimentos previstos.

 

A CNI defende que, a partir de 2027, seja estabelecida uma agenda para que esses estados sejam mobilizados para elaborar e aprovar novos planos. A explicação é do diretor de Relações Institucionais da CNI, Roberto Muniz, que aponta a necessidade de expansão dos serviços de coleta e tratamento de esgoto e distribuição de água de forma adequada. “Um país que tem saneamento é um país melhor, mais justo e com mais possibilidade de desenvolvimento”, afirmou Muniz.

 

Segundo o diretor, o Marco Legal do Saneamento Básico, publicado em 2020, modificou o ambiente de investimentos no setor e ampliou as condições para a participação privada. Atualmente, 2.720 municípios têm prestadoras privadas de saneamento básico, o equivalente a 48,8% das cidades brasileiras. “O desafio agora é consolidar esse novo ciclo e criar uma resposta institucional coordenada, capaz de aproximar indústria, empresas de saneamento e poder público”, disse.

 

Na avaliação de Muniz, o avanço dos investimentos também depende das condições econômicas e regulatórias. Entre os obstáculos apontados estão as taxas de juros elevadas, a necessidade de segurança regulatória e a sustentabilidade financeira dos contratos.

 

Representantes do setor também discutiram as condições necessárias para que os projetos contratados sejam executados e ampliem efetivamente o atendimento à população. Segundo a diretora-presidente da ABCON SINDCON, Christianne Dias, a discussão sobre a universalização passou a se concentrar na execução dos contratos. “Hoje, a questão que nos reúne é saber como garantir as condições para que os contratos sejam executados e se convertam em atendimento para a população”, destacou.

 

O presidente do Conselho de Administração da ABCON SINDCON, Paulo Roberto de Oliveira, também apontou a expectativa de um novo ciclo de investimentos e implementação de projetos a partir de 2027, com foco na ampliação dos serviços e no avanço em direção às metas de universalização previstas para 2033.

 

Déficit de infraestrutura pesa no Custo Brasil

 

A discussão sobre saneamento também foi relacionada ao déficit de infraestrutura do país. Segundo dados apresentados pelo diretor de Relações Institucionais da CNI, o Custo Brasil é estimado em R$ 1,7 trilhão por ano, do qual cerca de R$ 300 bilhões estão associados a problemas de infraestrutura.

 

De acordo com Muniz, o Brasil investe atualmente cerca de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) em infraestrutura, enquanto o patamar considerado necessário seria de pelo menos 4%. Do total investido atualmente, quase 70% têm origem no setor privado.

 

Muniz comparou o percentual brasileiro com o de outros países e afirmou que a China investe 6,1% do PIB em infraestrutura e a Índia, 4,5%. O tema do saneamento também foi relacionado a áreas como saúde, meio ambiente e atividade econômica.

 

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Brasil apresenta na COP17 ações de combate à desertificação e recuperação de áreas degradadas

Conferência realizada na Mongólia reúne representantes de 196 países e da União Europeia para discutir degradação da terra e efeitos da seca

Brasil apresenta na COP17 ações de combate à desertificação e recuperação de áreas degradadas

O combate à degradação da terra, a recuperação de áreas degradadas e as estratégias de adaptação aos efeitos da seca estarão no centro das discussões da 17ª Conferência das Partes (COP17) da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD). O encontro começa nesta segunda-feira (17), em Ulaanbaatar, na Mongólia, com a participação do Brasil e de representantes de outros países.

 

A conferência segue até 28 de agosto e reúne 196 países e a União Europeia. Com o tema “Restaurando a terra. Restaurando a esperança”, o encontro também aborda proteção do solo, segurança hídrica e alimentar e mecanismos de cooperação e financiamento para regiões afetadas pela desertificação.

 

A participação brasileira terá como um dos espaços o Pavilhão Brasil, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). A programação prevê apresentações sobre as Metas Voluntárias de Neutralidade da Degradação da Terra, o Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAB-Brasil) e o Programa Recaatingar.

 

Para o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, o encontro permite compartilhar iniciativas brasileiras relacionadas à restauração e à gestão sustentável da terra.

 

“Ao levar exemplos como o Programa Recaatingar e o Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação, temos a oportunidade de compartilhar com a comunidade internacional nossas ações e reforçar nosso compromisso com soluções sustentáveis para a gestão da terra”, destacou.

 

Caatinga e Cerrado estão entre os temas da programação

 

A participação das instituições brasileiras na COP17 ocorre em um momento em que a degradação do solo, desertificação e seca também afetam o território nacional. As discussões terão atenção às regiões semiáridas e subúmidas secas, especialmente à Caatinga e ao Cerrado, e abordarão conservação do solo, adaptação às mudanças climáticas e participação de povos e comunidades tradicionais no uso sustentável dos territórios.

 

Nesse cenário, o Brasil apresentará instrumentos como o Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAB-Brasil) e as Metas Voluntárias de Neutralidade da Degradação da Terra, que envolvem ações de prevenção, recuperação de áreas degradadas e aumento da resiliência das populações afetadas pela seca.

 

A programação também inclui o Programa Recaatingar, voltado à recuperação de áreas degradadas da Caatinga por meio da restauração da vegetação nativa e de práticas sustentáveis de uso da terra. A experiência brasileira coloca em discussão a relação entre preservação ambiental, disponibilidade de água, produção e condições de vida das populações que dependem desses territórios.

 

Mongólia tem 77% do território afetado pela degradação

 

A conferência, que vai até o dia 28 de agosto, ocorre em um país diretamente afetado pelo problema discutido no encontro. Cerca de 77% do território da Mongólia sofre com a degradação da terra, cenário que ameaça o desenvolvimento econômico e o modo de vida de aproximadamente um terço da população.

A programação do Pavilhão Brasil também inclui apresentações de planos estaduais de combate à desertificação, elaborados em parceria com instituições de ensino e pesquisa e organismos públicos e privados.

 

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Maioria dos trabalhadores não teme perder emprego ou fonte de renda nos próximos seis meses

Pesquisa do FGV IBRE mostra que 59,3% consideram improvável ou muito improvável perder a principal ocupação; apenas 12,1% veem essa possibilidade como provável

Maioria dos trabalhadores não teme perder emprego ou fonte de renda nos próximos seis meses

A maioria dos trabalhadores brasileiros não acredita que vai perder o principal emprego ou fonte de renda nos próximos seis meses. É o que mostra a Sondagem do Mercado de Trabalho do FGV IBRE, divulgada nesta sexta-feira (14)  com dados referentes ao trimestre encerrado em julho de 2026.

De acordo com o levantamento, 59,3% dos entrevistados afirmam ser improvável ou muito improvável perder a principal ocupação ou fonte de renda. Já 12,1% consideram provável ou muito provável que isso aconteça. Os demais trabalhadores não souberam avaliar a possibilidade.

Na comparação com o mesmo período de 2025, houve aumento de 4,9% na parcela de trabalhadores que considera improvável ou muito improvável perder o emprego. O resultado é o maior registrado desde o início da série, em junho do ano passado.

Ao mesmo tempo, a parcela que considera provável ou muito provável perder a ocupação recuou 4,3% em relação ao mesmo período de 2025, atingindo o menor percentual da série para esse período. O FGV IBRE ressalta, porém, que a série ainda é curta e não possui ajuste sazonal, o que exige cautela nas comparações.

Para Rodolpho Tobler, superintendente adjunto do FGV IBRE, os resultados reforçam a percepção de um mercado de trabalho aquecido. Segundo ele, a taxa de desemprego permanece em níveis historicamente baixos e a população ocupada continua crescendo.

A pesquisa também aponta que, mesmo com uma possível desaceleração da economia, o mercado de trabalho deve continuar em patamar positivo nos próximos meses, embora em um ritmo menos intenso na segunda metade do ano.

Os indicadores de qualidade do trabalho são divulgados mensalmente pelo FGV IBRE desde julho de 2025 e são baseados em médias móveis trimestrais. A pesquisa busca avaliar a percepção dos trabalhadores sobre diferentes aspectos do mercado de trabalho, como satisfação com a ocupação, proteção social, renda suficiente e expectativas para os próximos seis meses.

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