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Anuário da Segurança Pública: Amazônia Legal concentra sete dos oito estados com maiores taxas de estupro do país

Brasil registrou de 19,3 mil estupros e quase 65 mil casos de estupro de vulnerável em 2025; Roraima apresentou a maior taxa do país, seguido por Rondônia e Acre

Anuário da Segurança Pública: Amazônia Legal concentra sete dos oito estados com maiores taxas de estupro do país

O Anuário de Segurança Pública, divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), mostra que o Brasil registrou 19.398 casos de estupro e 64.990 de estupro de vulnerável em 2025. A Região Norte concentra os maiores números de casos do crime no país. Dos oito estados com as maiores taxas de estupro do Brasil, sete integram a Amazônia Legal. Entre as Unidades da Federação, Roraima apresentou a maior taxa do país, seguido por Rondônia e pelo Acre.

O levantamento destaca que a violência sexual atinge de maneira desproporcional meninas e mulheres. Em 2025, elas foram 9 em cada 10 vítimas. A prevalência é refletida nas taxas de ambos os crimes, que saltam para 16,5 estupros e 51,3 registros de estupro de vulnerável a cada 100 mil mulheres. 

Ranking estadual

O estado de Roraima lidera o ranking com a maior taxa de casos de estupro a cada 100 mil habitantes, com 127,1 casos. Em segundo lugar aparece Rondônia, com uma taxa de 97,1 para o mesmo recorte populacional. Na sequência, estão o Acre e o Amapá, com 96,6 e 89,6 casos a cada 100 mil habitantes, respectivamente. 

Em relação às menores taxas, o Ceará apresentou a menor taxa, com 20,6 estupros a cada 100 mil habitantes, seguido de Minas Gerais, com 26,8, e Pernambuco, com 27,7.

Confira o ranking estadual das oito UF com maior taxa de estupros e estupros de vulnerável do país em 2025:

  1. Roraima
  2. Rondônia
  3. Acre
  4. Amapá
  5. Mato Grosso do Sul
  6. Tocantins
  7. Pará
  8. Mato Grosso
  9. Paraná
  10. Santa Catarina

Em comparação com os dados de 2024, 21 dos 27 estados apresentaram queda de registros. Apenas Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Pará, Amazonas, Paraíba e Maranhão registraram aumento no número de casos, sendo que o território maranhense teve um crescimento de 19,5%. 

Municípios

O anuário mostra que os estados que possuem as maiores taxas de estupro – sendo Roraima, Acre, Rondônia, Amapá e Mato Grosso do Sul – também aparecem no ranking dos 10 municípios com as maiores taxas do país em 2025, ao lado de municípios do Pará e do Paraná.

A lista é integrada por quatro capitais: Boa Vista (RR), Porto Velho (RO), Rio Branco (AC) e Macapá (AP). O estudo analisa que a presença das capitais no ranking municipal pode ser justificada por serem cidades com maior concentração de ocorrências, além de funcionarem como polos regionais para atendimentos especializados e denúncias. 

As cidades de Boa Vista (RR) e Ariquemes (RO) lideram o ranking municipal de violência sexual em municípios com mais de 100 mil habitantes, com taxas de 110,8 e 102,6, respectivamente. 

Confira o rankings dos dez municípios com maiores taxas estupro e estupro de vulnerável do país em 2025:

  1. Boa Vista (RR)
  2. Ariquemes (RO)
  3. Sinop (MT)
  4. Porto Velho (RO)
  5. Abaetetuba (PA)
  6. Dourados (MS)
  7. Araucária (PR)
  8. Itaituba (PA)
  9. Rio Branco (AC)
  10. Macapá (AP)

Casos de estupro de vulnerável crescem no Brasil

A análise considera registros dos dois tipos do crime: estupro e estupro de vulnerável. 

O Código Penal brasileiro define os crimes de estupro e estupro de vulnerável nos artigos 213 e 217-A. Confira a definição, conforme a legislação:

  • Estupro: “Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso.”
  • Estupro de vulnerável: “Ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 (catorze) anos.”

Conforme o estudo, ambos os crimes em 2025 indicam, novamente, a prevalência dos casos de estupro de vulnerável frente aos estupros.

O anuário revela que a violência sexual no Brasil afeta, principalmte, crianças e adolescentes. O crime contra menores de 14 anos corresponde a 77% dos registros em 2025. 

Em relação às taxas por população, foram registrados 30,5 estupros de vulnerável a cada 100 mil habitantes, contra 9,1 estupros. 

Perfil das vítimas

Os indicadores identificaram que as principais vítimas de estupro no Brasil são do sexo feminino, representando 93,3% dos casos registrados no ano passado. Já as vitímas do sexo masculino correspondem a 6,7% dos registros.

O cenário se repete nos casos de estupro de vulnerável, onde meninas e adolescentes de até 14 anos somam 85,6% das ocorrências, frente a 14,4% de vítimas do sexo masculino. 

O estudo pontua que o baixo percentual de casos envolvendo homens e meninos não significa, contudo, ignorar a violência sexual contra o gênero masculino. “É importante reconhecer que esses casos também são marcados por elevada subnotificação, atravessada por normas de masculinidade, estigma e vergonha”, diz um trecho da publicação.

Pelo anuário, entre as vítimas masculinas registradas, crianças e adolescentes predominam. A proporção de vítimas do sexo masculino é quase duas vezes maior nos casos de estupro de vulnerável, cerca de 14%, do que nos casos de estupro, cerca de 7%. 

Anuário Brasileiro de Segurança Pública

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública é integrado por informações fornecidas pelas secretarias de segurança pública estaduais, polícias civis, militares e federal, entre outras fontes oficiais da Segurança Pública. 

Com o retrato da Segurança Pública brasileira, é uma ferramenta voltada a produzir conhecimento, incentivar a avaliação de políticas públicas e promover o debate de novos temas na agenda do setor. 

O documento completo pode ser acessado em www.forumseguranca.org.br. Para acessar, é preciso clicar na aba publicações e, em seguida, em anuário. Os dados podem ser baixados em dois formatos, em PDF e em formato de planilha.  
 

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Resultado da lotofácil 3754: sorteio de quarta-feira (05/08/2026)

O sorteio da Lotofácil 3754 ocorre na noite desta quarta-feira (05), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)

Resultado da lotofácil 3754: sorteio de quarta-feira (05/08/2026)

concurso 3754 da Lotofácil foi realizado nesta quarta-feira (05/08/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.

O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 375, que será realizado na quinta-feira, 06 de agosto de 2026, está estimado em R$ 5.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!

Números sorteados Lotofácil 3754

01 – 03 – 04 – 05 – 07 – 08 – 11 – 12 – 13 – 14 – 16 – 20 – 21 – 23 – 25

Resultado e premiação da Lotofácil 3754

  • 15 acertos – Não houve acertador
  • 14 acertos – 199 apostas ganhadoras, R$ 2.191,19
  • 13 acertos – 8211 apostas ganhadoras, R$ 35,00
  • 12 acertos – 97971 apostas ganhadoras, R$ 14,00
  • 11 acertos – 523872 apostas ganhadoras, R$ 7,00

Qual o valor das apostas da LotoFácil?

A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.

Quantidade de números jogados

Valor da aposta

15

R$ 3,50

16

R$ 48,00

17

R$ 408,00

18

R$ 2.448,00

19

R$ 11.628,00

20

R$ 46.512,00

Quando acontecem os sorteios da Lotofácil

De segunda-feira a sábado, às 21h.

Facilite sua aposta na loteria com Surpresinha e Teimosinha

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Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.

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Resultado da Loteria Federal 6089 (05/08/2026)

O sorteio da Loteria Federal 6089 ocorre na noite desta quarta-feira (05), no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP)

Resultado da Loteria Federal 6089 (05/08/2026)

O resultado da Loteria Federal, concurso 6089, divulgado nesta quarta-feira, 05 de agosto de 2026, premiou jogadores de diversas regiões do Brasil. O bilhete vendido na Baldim Loterias, em Nova Odessa/SP, levou o primeiro prêmio de R$ 500.000,00. O segundo prêmio, no valor de R$ 35.000,00, foi destinado ao bilhete da Lotérica Comsorte LTDA, em São Paulo/SP, enquanto a aposta feita na Lotérica Conquista, em São Paulo/SP, faturou R$ 30.000,00.

Outros sortudos incluem o bilhete vendido na Lotérica da Sorte, em Fagundes Varela/RS, que recebeu R$ 25.000,00. O quinto prêmio, de R$ 20.363,00, saiu para a Sertaneja Lotérica LTDA, em São Paulo/SP. A Loteria Federal continua sendo uma das modalidades mais tradicionais e procuradas pelos brasileiros, oferecendo grandes prêmios e oportunidades para quem sonha em mudar de vida.

Resultado da Loteria Federal 6088 (02/08/2026): bilhetes sorteados

  • 1º – Bilhete 056952
  • 2º – Bilhete 028922
  • 3º – Bilhete 069298
  • 4º – Bilhete 016805
  • 5º – Bilhete 052721

Resultado Concurso 6088 (02/08/2026)

Destino Bilhete Unidade Lotérica Cidade/UF Valor do Prêmio (R$)
056952 BALDIM LOTERIAS NOVA ODESSA/SP R$ 500.000,00
028922 LOTERICA COMSORTE LTDA SAO PAULO/SP R$ 35.000,00
069298 LOTERICA CONQUISTA SAO PAULO/SP R$ 30.000,00
016805 LOTERICA DA SORTE FAGUNDES VARELA/RS R$ 25.000,00
052721 SERTANEJA LOTERICA LTDA SAO PAULO/SP R$ 20.363,00

Loteria Federal: como jogar?

A Loteria Federal é uma modalidade tradicional oferecida pela Caixa Econômica Federal e se destaca pelo formato simples de participação. O apostador adquire um bilhete com um número impresso e, caso o número de seu bilhete coincida com o sorteado, ele leva o prêmio correspondente.

O bilhete inteiro é composto por 10 frações. Também é possível comprar frações do bilhete, com o valor do prêmio proporcional à quantidade de frações adquiridas.

Loteria Federal: sorteios

As extrações regulares ocorrem duas vezes por semana, às quartas e aos sábados, e podem ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial da Caixa.

  • QUARTOU: sorteio realizado todas as quartas-feiras;
  • Extração Regular de Sábado: sorteios realizados aos sábados;
  • ENRICOU: sorteio mensal realizado em um sábado do mês;
  • Especial de Natal: sorteio anual realizado em dezembro.

Loteria Federal: premiação

Além do prêmio principal, a Loteria Federal também premia bilhetes com aproximações e unidades do número sorteado, conforme as regras de cada extração.

O prêmio pode ser recebido em qualquer casa lotérica ou nas agências da Caixa. Para valores mais altos, o pagamento deve ser feito diretamente em uma agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação com CPF e do bilhete ou fração original premiada.

Qual a probabilidade de ganhar na Loteria Federal?

A chance de ganhar na Loteria Federal varia conforme o tipo de extração e a quantidade de bilhetes emitidos em cada concurso. Quanto maior a emissão, maior o número de bilhetes concorrendo ao prêmio principal.

Para mais informações, acesse Loterias Caixa.

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Descarbonização do transporte marítimo entra na agenda da indústria e do governo

Evento promovido pela CNI debate alternativas para reduzir emissões de carbono na navegação sem comprometer a competitividade da economia brasileira

Descarbonização do transporte marítimo entra na agenda da indústria e do governo

A busca por alternativas aos combustíveis fósseis no transporte marítimo esteve no centro das discussões promovidas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com o Ministério da Defesa e a Bioenergia Brasil, nesta terça-feira (4). O encontro reuniu representantes do governo, da indústria e do setor produtivo para debater iniciativas e políticas públicas voltadas à redução das emissões de gases de efeito estufa na navegação, com foco na competitividade da economia brasileira e na ampliação de oportunidades para os biocombustíveis nacionais.

 

O debate ocorre enquanto o Brasil participa das discussões na Organização Marítima Internacional (IMO) sobre a descarbonização do setor. Como aproximadamente 96% das mercadorias exportadas pelo país, em toneladas, são transportadas pelo modal marítimo, representantes da indústria defendem que a transição energética considere as características da economia brasileira e preserve a competitividade dos produtos nacionais no mercado internacional.

 

Para o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro Filho, a redução das emissões no transporte marítimo passa pela busca de alternativas ao uso dos combustíveis fósseis. “Esse evento trata de descarbonização de combustíveis marítimos através do emprego de biocombustíveis, juntamente com o combustível fóssil. Sabemos que, atualmente, o uso de combustível fóssil, motor e navegação marítima ocupam significativa magnitude no processo de transição energética global. Precisamos então encontrar alternativas ao seu uso, no sentido de reduzir a pegada de carbono nesse modal de transporte e, consequentemente, diminuir a emissão de carbono diretamente na atmosfera”, afirmou o ministro.

 

O comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Marcos Sampaio Olsen, destacou a relevância estratégica do transporte marítimo para o comércio exterior brasileiro e a necessidade de políticas públicas voltadas ao setor. “97% das nossas trocas comerciais são realizadas por via marítima. Isso implica uma série de consequências que têm que estar na agenda política do país e devem gerar políticas públicas concernentes”, disse.

 

Durante o evento, especialistas também discutiram o papel dos biocombustíveis na descarbonização da navegação e os desafios para conciliar sustentabilidade, inovação e competitividade no comércio marítimo internacional. As discussões se concentraram em painéis dedicados ao uso do etanol como combustível marítimo e aos impactos das novas regras internacionais sobre a competitividade da indústria brasileira.

 

Segundo o diretor de Relações Institucionais da CNI, Roberto Muniz, o debate sobre a descarbonização do transporte marítimo está diretamente ligado ao futuro da indústria brasileira. Ele destacou que, embora a participação da manufatura no Produto Interno Bruto (PIB) tenha caído de 26% para cerca de 11%, setores como a agroindústria, a mineração e petróleo e gás elevaram a participação da indústria para aproximadamente 24% do PIB, reforçando a importância de políticas que preservem a competitividade do país.

 

“Então, quando nós estamos aqui discutindo o transporte marítimo, a gente está discutindo o futuro do Brasil. Esses 24% do PIB geram 35% de tudo que o governo federal arrecada. Ou seja, eu sempre digo: no momento em que se fecha uma indústria, na verdade está se fechando uma escola ou um posto de saúde”, afirmou Muniz.

 

Etanol é apontado como alternativa para descarbonizar a navegação

 

O potencial do etanol brasileiro como combustível para o transporte marítimo foi um dos temas debatidos durante o painel “Etanol como combustível na descarbonização da navegação – visão dos produtores”. Representantes do setor defenderam que a expansão dos biocombustíveis pode contribuir para reduzir as emissões de gases de efeito estufa na navegação e, ao mesmo tempo, ampliar a competitividade do Brasil em um mercado em transformação.

 

Para o CEO da Copersucar, Tomás Manzano, fatores geopolíticos influenciam o ritmo da transição energética, mas também tornam os biocombustíveis mais competitivos em relação aos combustíveis fósseis.

 

“Que efeito a gente pode ter no desenvolvimento dessa solução desse mercado em função de questões geopolíticas? Eu diria que os efeitos são menos da direção, porque esta é uma indústria de difícil descarbonização, e mais da velocidade de escalar esta solução do presente para o futuro”, explanou.

 

“Em momentos em que a gente vive conflitos geopolíticos, onde os combustíveis fósseis são de alguma maneira afetados em preço, como é o caso vivido por nós recentemente, a gente tem, sem dúvida, uma maior atratividade dos biocombustíveis, uma maior atratividade econômica quando comparado a essa equação”, complementou Manzano.

 

Eficiência energética e regras internacionais entram no centro do debate

 

O segundo painel do encontro discutiu como conciliar a redução das emissões com a competitividade do transporte marítimo. Especialistas defenderam que o avanço para combustíveis de menor impacto ambiental deve ser acompanhado por ganhos de eficiência energética e por mecanismos internacionais que não imponham desvantagens aos países exportadores.

 

O Head de Vendas da Wärtsilä, Mario Barbosa, destacou que a busca por maior eficiência operacional já faz parte das estratégias adotadas pelo setor e pode potencializar os resultados da transição energética. “A gente sempre priorizou a eficiência energética para consumir menos combustível, trazer competitividade para os nossos clientes e também a questão de emissões. Então, quando você traz eficiência energética com novos combustíveis, o resultado é menos emissões de CO₂ e outros gases também”, enfatizou o head de vendas.

 

Na avaliação do Maritime Affairs Manager da Vale, João Arantes, as discussões em andamento na Organização Marítima Internacional (IMO) precisarão considerar as características do comércio exterior de cada país para evitar impactos sobre a competitividade.

 

“Eu gostaria de pensar um aspecto aqui que é fundamental e que será decisivo para a competitividade do Brasil nas próximas décadas. São esses mecanismos econômicos que estão sendo discutidos na IMO para promover a descarbonização do transporte marítimo. A questão central é como garantir que esses mecanismos econômicos criados para reduzir emissões não acabem transferindo competitividade entre países por fatores que não estão relacionados à eficiência ambiental, mas à geografia, à distância dos mercados consumidores ou ao perfil das cargas transportadas”, pontuou o representante da Vale.

 

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